
Artigo publicado pela a
Revista Brasileira de Ciência e movimento, Julho de 2002.
A obesidade se tornou mais
presente nos dias de hoje, com o avanço tecnológico e uma nova forma de vida,
as crianças estão deixando um pouco de lado o brincar de forma onde havia uma
movimentação corporal maior, para trocar por apenas movimentos das mãos (para
usos de aparelhos eletrônicos) ou alguma parte do corpo sem haver o movimento
em conjunto de vários grupos maiores de musculatura resultando em uma ação
maior. A atividade física diária, reduz a possibilidade de números maiores de
pessoas obesas, trazendo melhoria na saúde e bem-estar do ser, diminuindo os
riscos de doenças como cardíacas, respiratórias, entre outras.
O Objetivo do artigo é compara
o gasto energético de crianças do 3º e 4º ano, obesas e não obesas de ambos os
sexos, das escolas públicas estaduais dos bairros Jardim Aeroporto, sub-distrito
de Jabaquara da cidade de São Paulo. Na metodologia foi aplicada uma pesquisa
com 26 crianças, calculando o IMC (índice de massa corporal) para a avaliação
nutricional e para saber a estimativa do gasto energético durante a atividade física,
foram utilizados sensores de movimentos uni-axiais (CSA) em dias de semana e
finais de semana, com variação de 4 a 7 semanas.
Os resultados mostram através dos
sensores que as crianças fazem atividades físicas de intensidade leve durante
várias vezes durante ao dia e vigorosas ou moderadas poucas vezes, então
conclui-se que as crianças mais obesas o gasto energético é superior das não
obesas. Não foram significantes estatisticamente as diferenças de gasto energético
das variáveis de idade e sexo entre as crianças. Conclui-se que crianças obesas
possuem maior gasto energético em pouco tempo (minutos) de atividade em relação
as crianças obesas com melhor desempenho de atividade as crianças não obesas,
em ambos grupos a atividade física predominante possuíam apenas uma intensidade
leve resultando em baixo gasto energético. Foi notória a falta de estímulos para
favorecer o maior gasto energético das crianças de ensino público.
Referência:
Bracco, M.M, Ferreira, M.B.R, Morcillo, A. M.,Colugnati, F. e Jenovesi. Gasto Energético entre crianças de escola pública obesas e não obesas. Rev. Bras. Ciên. e Mov, 10(3): 29-35, 2002. Disponível em: http://portalrevistas.ucb.br/index.php/RBCM/article/viewFile/460/485 . Acesso em 27 de novembro de 2015.
Bracco, M.M, Ferreira, M.B.R, Morcillo, A. M.,Colugnati, F. e Jenovesi. Gasto Energético entre crianças de escola pública obesas e não obesas. Rev. Bras. Ciên. e Mov, 10(3): 29-35, 2002. Disponível em: http://portalrevistas.ucb.br/index.php/RBCM/article/viewFile/460/485 . Acesso em 27 de novembro de 2015.






